E enquanto isto instala, fui dar uma vista de olhos ao Público. Já tinha visto, de manhã, a razoável reportagem do Mário Cameira sobre o WOW e o brilhante "casting" que escolheu. Aquela família é mesmo o arquétipo daquilo que penso que serão as famílias no futuro.
É impensável pôr os meus pais a jogar seja o que for. Mas a minha geração, que cresceu rodeada por videojogos, vai achar natural passar muitos momentos em família com os seus filhos, no ambiente de jogo. E, digam o que disserem, é melhor do que a imagem dos anos 50 e 60 da família em torno da televisão. Num jogo como o WOW quer a interactividade, quer a comunicação entre membros são muito maiores do que estar a olhar para uma televisão uma tarde inteira.
É curioso o Mário Cameira ter feito esta reportagem uma vez que, há dois anos, para uma cadeira da faculdade, fiz exactamente uma reportagem com o mesmo tema, com uma família muito similar, onde tentava explorar os problemas e as soluções que o jogo tinha em si. Dois anos mais tarde, eis que surge um video na primeira página do Público On-Line.
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