E aí está ele. Dois discos, um concerto ao vivo com um público chouchinho (é por isso que eu acho que o pessoal da música gosta de vir a Portugal dar concertos), mas, caramba, é o Nick Cave com as suas danças fantásticas!
Conheci o Nick Cave por acaso. Já conhecia o seu maior single, cantado em parceria com a Kelly Minogue (Where the Wild Roses Grow), contudo não conhecia o artista em si. Foi quando uma vez respondi a um inquérito da TvCabo e me deram um vale de compras na Worten (20 euros) que, vi pela primeira vez, o Abattoir Blues. O que me fez olhar para aquele álbum não foi o nome Nick Cave. Foi a belíssima caixa do CD. Era diferente de tudo o que tinha visto antes: em vez do plástico havia o pano e em vez da estridente mescla de fotografias, apenas uma pequena imagem de uma flor. Isto é a prova de que um bom grafismo - vende.
Na altura em que vi o CD, já tinha um DVD dos Gato Fedorento na mão. Hesitei. Mas, não sei porquê, optei por levar o Abattoir Blues. E não me arrependi nada. É um brilhante trabalho com dois discos e que me fez, logo a seguir, ir procurar mais e mais músicas do Nick Cave.
Fiquei fã. Agora não me escapa. A próxima vez que ele cá vier, 40 contos é pouco. Vou e acabou-se. Há coisas que não se devem perder.

1 comentários:
Já saiu O Sambrasense de Dezembro????? podes mostrar a capa s.f.f. obrigada
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